A luta em Kobane é a luta contra o imperialismo e seus lacaios!

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curdos

The struggle in Kobane is the struggle against imperialism and its lackeys!

Communicated nº41 of Anarchist Popular Union (UNIPA)

Brazil, october 2014.

Today, the people around the world turn their eyes to the intensification of the class struggle in the East.

If in the eastern Europe communist congressmen of the new republic of Lugansk approve homofobic laws (two years in prison for the “public practice of homosexual acts”), in Kobane workwomen and workmen unite in militias to confront the Islamic State of Iraq and Syria (ISIS).

After the invasion of USA in Iraq, the imperialism’s policy go through the redesign and division of the entire Middle East. The dismantlement of Iraq increased the resistance to the occupation with groups binded to Al Qaeda. Constituted by jihadists from various parts of the world, that group created the ISIS, sponsored by USA. The rebels of the front Al Nursa and of ISIS are linked to the paramilitary forces sponsored and trained by NATO. Not by coincidence, they broke with Al Qaeda to concentrate in the struggle for the formation of that state that comprises the northeast of Syria and all regions of Sunni Arab majority of Iraq.

The disputes between these two blocs (USA, Israel, Saudi Arabia and others VS Iran, Hezbollah and Assad) and the imperialist action favored the global jihadism, which focuses now in the formation of ISIS, do not favor the working class of those countries. As we affirmed in the newspaper Causa do Povo No. 70 of July 2014 “All these States take side of the dominant class. The workers must not defend one of the two political blocs. It is required the construction of the self-government of workes which goes through the rescue of the internationalism and of the proletarian revolution”.

That task is materialized in the construction of the militias in defense of Kobane on the Kurdistan and in the important role that the Revolutionary Anarchist Action – DAR from Turkey has performed in the region, in the defense of the right of self-determination of the Kurdish people, for the right to their land and in the struggle against machismo in practice, with women  fighting on the front line.

The armed militias of workwomen and workmen serves as an example for all the people of the planet. Kobane shall be released by the strength of the people in weapons.

DEATH TO THE IMPERIALISM!
DEATH TO THE ISIS!
FOR THE SELF-DETERMINATION OF THE PEOPLE!

***

La lucha en Kobane es la lucha contra el imperialismo y sus lacayos!

Comunicado N° 41 de Unión Popular Anarquista (UNIPA)

Brasil, octubre de 2014.

Hoy los pueblos del mundo vuelven sus ojos a la intensificación de la lucha de clases en el oriente.

Si en oriente de Europa, los diputados comunistas de la nueva república de Lugansk aprueban leyes homófobas (dos años de prisión por “la práctica pública de los actos homosexuales”) en Kobane trabajadores y trabajadores se unen en milicias para enfrentar el Estado Islámico de Irak y Levante (EIIL).

Después de la invasión de EEUU en Irak, la política del imperialismo es a través del rediseño y la división de todo el Medio Oriente. El desmantelamiento de Irak aumentó la resistencia a la ocupación con grupos vinculados a Al Qaeda. Compuesto por los yihadistas de todo el mundo, este grupo creó la EIIL patrocinado por los EE.UU. Los rebeldes del Frente Al Nursa y del EILL están vinculados a las fuerzas paramilitares entrenados y patrocinados por la OTAN. No es coincidencia que rompió con Al-Qaeda para centrarse en la lucha por la formación de ese Estado que comprende el noreste de Siria, y casi todas las regiones de la mayoría árabe suníes en Irak.

Las disputas entre estos dos bloques (EEUU, Israel y Arabia Saudita, y otras VS Irán, Hezbolá y Assad) y la acción imperialista que favoreció el yihadismo global, que ahora se centra en la formación del EILL, no favorece a la clase trabajadora de estos países. Como se afirma en el periódico Causa do Povo nº 70 de julio 2014 “Todos estos Estados se colocan al lado de la clase dominante. A los trabajadores no encaja a la defensa de uno de los dos bloques políticos, la formación de un estado controlado por ciertos grupos políticos. Es necesaria la construcción del autogobierno de los trabajadores que pasa por el rescate del internacionalismo y la revolución socialista”.

Esta tarea se materializa en la construcción de las milicias en defensa de Kobane en el Kurdistán y el importante papel del Acción Anarquista Revolucionaria (DAF) de Turquía viene tomando en la región en defensa del derecho de autodeterminación del pueblo kurdo, el derecho a sus tierras y lucha contra el machismo en la práctica, con mujeres que luchan en primera línea.

Las milicias armadas de obreras y obreros sirven como ejemplo para todos los pueblos del planeta. Kobane será liberada por la fuerza del pueblo en armas!

MUERTE AL IMPERIALISMO!
MUERTE AL EIIL!
POR LA AUTODETERMINACIÓN DE LOS PUEBLOS!

***

A luta em Kobane é a luta contra o imperialismo e seus lacaios!

Comunicado nº 41 da União Popular Anarquista (UNIPA)

Brasil, Outubro de 2014.

Hoje os povos do mundo viram seus olhos para o acirramento da luta de classes no oriente.

Se no leste europeu deputados comunistas da nova república de Lugansk aprovam leis homofóbicas (dois anos de prisão para “prática pública de atos homosexuais”), em Kobane trabalhadoras e trabalhadores se unem em milícias para enfrentar o Estado Islâmico do Iraque e Levante (EIIL).

Após a invasão dos EUA no Iraque, a política do imperialismo passa pelo redesenho e a divisão de todo oriente médio. O desmantelamento do Iraque aumentou a resistência à ocupação com grupos vinculados a rede da Al Qaeda. Composto por Jihadistas de várias partes do mundo, esse grupo criou o EIIL patrocinado pelos EUA. Os rebeldes da Frente Al Nursa e do EILL são vinculados as forças paramilitares patrocinadas e treinadas pela OTAN. Não por acaso, romperam com Al-Qaeda para se concentrar na luta pela formação desse Estado que compreende o Nordeste da Síria e quase todas a regiões de maioria árabe sunita do Iraque.

As disputas entre esses dois blocos (EUA, Israel e Arábia Saudita, e outros VS Irã, Hezbolla e Assad) e a ação imperialista que favoreceu o jihadismo global, que se concentra agora na formação do EILL, não favorece a classe trabalhadora desses países. Como afirmamos no jornal Causa do Povo n 70 de julho 2014 “Todos esses Estados se colocam ao lado da classe dominante. Aos trabalhadores não cabe a defesa de um dos dois blocos políticos, a formação de um Estado controlado por determinados grupos políticos. É necessária a construção do autogoverno dos trabalhadores que passa pelo resgaste do internacionalismo e da revolução socialista”.

Essa tarefa se materializa na construção das milícias em defesa de Kobane no Curdistão e no papel importante que a Ação Anarquista Revolucionária (DAF) da Turquia vem tomando na região, na defesa do direito de autodeterminação do povo Curdo, pelo direito a sua terra e na luta contra o machismo na prática, com mulheres combatendo na linha de frente.

As milícias armadas de trabalhadoras e trabalhadores servem de exemplo para todos os povos do planeta. Kobane será libertada pela força do povo em armas!

MORTE AO IMPERIALISMO!
MORTE AO EIIL!
PELA AUTODETERMINAÇÃO DOS POVOS!

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