O Estado mexicano mostra sua face podre e assassina e as massas populares se levantam em todo o país!

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União Popular Anarquista – UNIPA, Outubro de 2014.

Desde o dia 26 de setembro 43 estudantes mexicanos da cidade de Iguala, no estado de Guerrero, estão desaparecidos, depois de terem sido presos pela polícia local, no final de uma marcha de angariação de fundos que acabou com tiros da polícia provocando o assassinato de pelo menos seis pessoas. Segundo denúncias os 43 estudantes foram entregues ao narcotráfico pelas forças policiais com a suspeita de que tenham sido executados. Além disso, o prefeito de Iguala, José Luis Abarca, que se encontra foragido, é acusado de ter matado um líder camponês de Guerrero e ter ligações diretas com o narcotráfico.

A violência brutal do neoliberalismo contra os estudantes e os trabalhadores e trabalhadoras se mantém e se amplia no México. A chamada “guerra contra as drogas” só foi mais uma forma do narcogoverno instalado no país avançar na repressão contra o movimento popular e social e continuar a lucrar com o mercado legal e ilegal (de produtos e pessoas).

Os assassinatos e encarceramento em massa e a exploração sexual são as armas encontradas na aliança e completa integração entre cartéis e Estado para calar qualquer possibilidade de resistência das trabalhadoras e trabalhadores, da juventude em geral. As principais estruturas do Estado que seguem defendendo os interesses de grandes grupos nacionais e do narcotráfico avançam na construção do modelo neoliberal exportador de matérias-primas e produtos industriais baratos, através de uma mão-de-obra superexplorada. A repressão tem como objetivo garantir o processo de privatização dos recursos naturais do país e combater os setores populares que se mantém em luta contra esse processo.

mex-2Para resistir a matança e ao encarceramento feito pelo Estado e pelo narcotráfico o povo mexicano tem organizado sua autodefesa. O estado tem tentado de todas as formas combater o povo trabalhador mexicano, inclusive as autodefesas populares, com criminalização e militarização. Apesar de toda a repressão contra os trabalhadores, camponeses e estudantes em todo o México, as companheiras e companheiros tem resistido bravamente. O povo voltou a rua, e no dia 13 de outubro estudantes e professoras/professores incendiaram a sede do governo, localizada na cidade Chilpancingo, capital de Guerrero. Novas jornadas de lutas, com marchas e greves, estão ocorrendo no estado de Guerrero e por todo o México. Nesse momento, dezenas de órgãos estatais já estão ocupados em cidades de Guerrero e algumas cidades vivem uma verdadeira rebelião por justiça e pela liberdade do povo.

O único meio para transformar essa realidade é se organizar e lutar por todos os meios, legais e ilegais, para destruir o Estado e o Capital!

Os presos, desaparecidos e o sangue derramado por cada filho do povo não serão em vão, hão de despertar a fúria das massas contra esse sistema e seus carrascos. Com toda nossa dor, nossa raiva e indignação prestamos nossa solidariedade a todos e todas que lutam no México, e conclamamos a solidariedade internacional dos anarquistas e do proletariado! Nos solidarizamos também com os 5 companheiros anarquistas em greve de fome, presos políticos do Estado mexicano! Prestamos nossa solidariedade em particular aos camaradas mexicanos empenhados na construção do anarquismo revolucionário, do Bakuninismo, que tem doado suas vidas na resistência cotidiana na luta pela liberdade e igualdade.

TODO PODER AO POVO!
TODO APOIO AS AUTODEFESAS POPULARES NO MÉXICO!!
NÃO ESQUECEMOS, NEM PERDOAMOS!!
ABAIXO A REPRESSÃO ASSASSINA DO ESTADO MEXICANO!

***

El Estado mexicano muestra su faz podrida y asesina y las masas populares se levantan en todo el país

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Unión Popular Anarquista – UNIPA, Octubre de 2014.

Desde el día 26 de septiembre 43 estudiantes mexicanos de la ciudad Iguala, en el estado de Guerrero, están desaparecidos, después de haberen sido presos por la policía local, al final de una marcha de recaudación de fondos que terminó con un tiroteo por parte de la policía que asesinó al menos seis personas. Según denuncias los 43 estudiantes fueron entregues al narcotráfico por las fuerzas policiales y existe la sospecha de haberem sido asesinadas. Además, el alcalde de Iguala, José Luis Abarca, que se encuentra fugado, es acusado de tener asesinado un líder campesino de Guerrero y de tener ligaciones directas con el narcotráfico.

mex-faixaLa violencia brutal del neoliberalismo contra los estudiantes y los trabajadores y trabajadoras se mantiene y se amplía en México. La dicha “guerra contra las drogas” sólo fue más una forma del narcogobierno instalado en el país avanzar en la represión contra lo movimiento popular y social e seguir a lucrar con el mercado legal e ilegal (de productos y personas).

Los asesinatos y encarcelamientos en masa y la explotación sexual son las armas de la alianza y completa integración entre carteles y Estado para callar cualquier posibilidad de resistencia de las trabajadoras y trabajadores, de la juventud en general. Las principales estructuras del Estado siguen defendiendo los intereses de grandes grupos nacionales y do narcotráfico y avanzan en la construcción del modelo neoliberal exportador de materias-primas y productos industriales baratos, a través de una mano-de-obra superexplorada. La represión tiene como objetivo garantizar el proceso de privatización de los recursos naturales del país y combatir los sectores populares que se mantienen en pie de lucha contra ese proceso.

Para resistir a la matanza y al encarcelamiento hecho por el Estado y el narcotráfico, el pueblo mexicano ha organizado su autodefensa. El Estado tiene buscado de todas las fuermas combatir el pueblo mexicano, incluso las autodefensas populares, con criminalización y militarización. A pesar de toda represión contra los trabajadores, campesinos y estudiantes en todo el México, las compañeras y compañeros tienen resistido bravamente. El pueblo volvió a la calle, y en el 13 de octubre estudiantes y profesores/as incendiaron el edificio central del gobierno, en la ciudad Chilpancingo, capital de Guerrero. Nuevas jornadas de lucha, con marchas y huelgas, están ocurriendo en el estado de Guerrero y por todo el México. En ese momento, decenas de órganos estatales ya están tomados en ciudades de Guerrero y algunas ciudades viven una verdadera rebelión por justicia y por la libertad para el pueblo.

mexicoEl único medio para cambiar esa realidad es la organización y la lucha por todos los medios, legales e ilegales, para destruir el Estado y el Capital!

Los presos, desaparecidos y el sangre derramado por cada hijo del pueblo no serán en vano, han de despertar la furia de las masas contra ese sistema y sus carrascos. Con todo nuestro dolor, nuestra rabia e indignación rendimos nuestra solidaridad a todos y todas que luchan en México, y conclamamos la solidaridad internacional de los anarquistas y del proletariado! Nos solidarizamos también con los 5 compañeros anarquistas-insurrecionalistas en huelga de hambre, presos políticos del Estado mexicano! Rendimos nuestra solidaridad en particular a los camaradas mexicanos empeñados en la construcción del anarquismo revolucionario, del Bakuninismo, que tienen donado sus vidas en la resistencia cotidiana de lucha por la libertad e igualdad.

TODO PODER AL PUEBLO!
TODO APOYO A LAS AUTODEFENSAS POPULARES EN MEXICO!
NI PERDÓN, NI OLVIDO!
ABAJO LA REPRESIÓN ASESINA DEL ESTADO MEXICANO!

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